Entre Pouso Alegre e Alfenas: O Segredo Proibido na Fazenda de Café

(Nota: Nomes e detalhes exatos foram alterados para preservar o sigilo absoluto da nossa cliente)

O Sul de Minas tem um cheiro específico: cheiro de terra rica, café e tradição. Mas, nas madrugadas silenciosas, ele também tem cheiro de segredo.

Minha base de negócios na região geralmente é Pouso Alegre, o polo logístico onde fecho a maioria dos meus contratos. Foi lá, num hotel no centro, que recebi a mensagem dela. Ela mora perto de Alfenas. É a típica "matriarca" moderna: administra a casa, os filhos e a vida social, enquanto o marido viaja para fechar a safra de café ou comprar gado.

A mensagem era curta e urgente: "Ele viajou para uma feira agropecuária. Os caseiros dormem longe da casa sede. O portão está aberto. Vem."

A Estrada para o Perigo Dirigir de Pouso Alegre em direção às terras dela foi uma preliminar por si só. A estrada escura, a neblina baixa da serra, a sensação de estar invadindo um território que não era meu. Quando entrei na propriedade, o silêncio era absoluto. A fazenda imponente, símbolo do "sobrenome" que ela carrega, parecia dormir. Estacionei meu carro atrás dos eucaliptos, longe da vista de qualquer funcionário ou caseiro que pudesse acordar.

Dentro da Cova do Leão Ela me esperava na varanda, enrolada apenas num robe de seda, fumando um cigarro fino – um vício que o marido abomina e que ela esconde dele. — "Você é louca..." — eu sussurrei. — "Se o caseiro ver meu carro...""O perigo é o que me faz sentir viva. Entra." — ela respondeu, me puxando pela mão.

Nós não fomos para o quarto de hóspedes. Essa foi a parte mais excitante. Ela me levou direto para a suíte principal. O quarto gigantesco, com a cama king size onde ela dorme todas as noites com o marido. Havia fotos do casamento na parede, retratos da família perfeita sobre a cômoda. Estar ali, naquele santuário sagrado da família mineira, prestes a fazer o que íamos fazer, era uma profanação deliciosa.

O Prazer na Cama Deles Não houve romantismo lento. Havia a urgência do risco. Eu a tomei naquela cama com uma posse que o marido dela, acomodado pela rotina de anos, já não tem. O contraste era ensurdecedor: o silêncio mortal da fazenda lá fora e o som da nossa respiração ofegante ali dentro.

Ela gemia com o rosto enterrado no travesseiro de linho, as mãos agarrando os lençóis, vingando-se de todas as noites em que dormiu ali sentindo-se sozinha, mesmo com o marido ao lado. A cada barulho de vento na janela ou estalo na madeira da casa antiga, o corpo dela contraía de medo e tesão. A adrenalina de saber que estávamos cometendo o "crime" perfeito dentro da própria casa dela foi o maior afrodisíaco que já experimentei.

Saí de lá antes do amanhecer, com a neblina ainda cobrindo a estrada de volta para Pouso Alegre. Ela ficou lá, na segurança do seu lar, na sua fazenda rica perto de Alfenas. Quando o marido voltar de viagem e deitar naquela cama, ele não fará ideia de que, nos lençóis onde ele dorme, a esposa dele redescobriu o prazer de ser mulher nos braços do executivo de fora.

Você mora no Sul de Minas?

Minha rota de negócios é constante entre Pouso Alegre, Varginha, Alfenas e Itajubá. Se você também vive isolada numa "gaiola de ouro" ou numa rotina que te apagou, saiba que eu sou o visitante que traz a vida de volta. O risco é nosso. O prazer é todo seu.