Seu Amante Interior de Minas
Sua melhor confissão não será na igreja.
Seu Amante Interior de Minas
Sua melhor confissão não será na igreja.
Você está saindo com alguém neste momento?
Para ser bem transparente: agora, em janeiro de 2026, não estou saindo com ninguém.
Estive focado 100% na minha empresa e em viagens nestes últimos meses, mas a verdade é que a vida na estrada exige uma pausa. Não tenho interesse em colecionar aventuras aleatórias com várias mulheres.
O que eu procuro hoje é uma amante. Quero ter aquela única mulher especial para quem eu aviso quando estou chegando na cidade, com quem eu tenho química e intimidade. Estou em busca de qualidade e conexão, não de quantidade. Então, sim, neste exato momento, estou disponível para a pessoa certa.
Não seria mais fácil eu encontrar alguém aqui da cidade mesmo? Por que você?
Resposta: Mais fácil? Talvez. Mais seguro? Jamais. Arrumar um amante local é caminhar em um campo minado. Em cidades do interior, as redes sociais são teias de aranha: todo mundo está conectado. O homem que você conhece na academia pode ser primo de uma amiga sua. O recepcionista do motel pode frequentar a mesma igreja que a sua sogra. O risco de um "oi" mal interpretado virar um escândalo é gigante.
A minha maior vantagem competitiva é justamente a geografia. Eu sou nascido e criado em Belo Horizonte. Minha vida social, minha família e meus amigos estão a centenas de quilômetros daqui. Eu não tenho para quem contar vantagem na sua cidade. Eu não conheço os fofoqueiros de plantão.
Comigo, você ganha a proteção do anonimato. Eu sou o "forasteiro": um rosto desconhecido que não chama atenção, que chega discretamente, te proporciona o momento que você precisa e desaparece na estrada, levando o segredo embora. O amante local é uma bomba relógio. Eu sou o seu segredo blindado pela distância.
Onde você conhecia mulheres antes? Apps? Jamais. Em cidades do porte de Juiz de Fora ou menores, o Tinder é um megafone para fofocas. Todo mundo conhece alguém que conhece alguém. O sigilo é meu ativo mais valioso. Por isso criei este canal privado: para garantir que nosso primeiro contato seja blindado contra curiosos.
Você sai com mulheres solteiras? Não. Minha preferência é exclusiva por mulheres casadas ou comprometidas. Solteiras, eventualmente, buscam evolução para um namoro ou cobram atenção pública. Eu busco o oposto: a cumplicidade do silêncio. Uma mulher casada entende que o nosso tempo juntos é um intervalo da realidade, não uma tentativa de mudar de vida. O jogo é limpo, maduro e sem "DRs".
Por que ter o trabalho de criar um site se você só fica uns dias na cidade? Porque a facilidade atrai o vulgar. Qualquer homem baixa um app e manda um "oi". Eu não sou qualquer homem. Eu tenho a criatividade para construir minhas próprias regras e a audácia de oferecer algo exclusivo. Isso aqui é um filtro: afasta os meninos que querem tudo fácil e atrai mulheres exigentes. E pense comigo: se eu tenho esse capricho todo só para criar nosso ambiente virtual, imagine o empenho que coloco para tornar nossa noite real inesquecível.
Onde acontecem os encontros? Essa é a melhor parte de eu ser de fora. Nada de motéis de beira de estrada onde seu carro pode ser reconhecido. Como viajo a negócios, hospedo-me em bons hotéis executivos. É um território neutro, elegante e acima de qualquer suspeita. Você entra para um "café" ou jantar e sobe para um universo particular, com total segurança.
Você sente culpa? Aprendi a separar os compartimentos da vida. Amo minha esposa e respeito minha família, mas existe uma faceta minha, a da conquista, da novidade, do instinto — que o casamento, por melhor que seja, não supre. A culpa desaparece no momento em que fecho a porta do quarto do hotel e sinto o cheiro de uma mulher que me deseja. Ali, somos apenas dois adultos vivendo o agora.
Sua esposa desconfia? Nunca. A distância é o álibi perfeito. Quem viaja a trabalho tem horários flexíveis e noites solitárias justificáveis. Além disso, a adrenalina de fora me torna um homem mais tolerante e presente quando volto para casa. O segredo é manter a excelência nos dois mundos: em casa sou o marido dedicado; na estrada, o amante que realiza fantasias.
O que te vicia nisso? O anonimato. É a sensação de ser um estranho íntimo. Passar o dia numa negociação tensa e, à noite, despir uma mulher que não quer saber dos meus problemas, apenas do meu desejo. Saber que, naquela cama de hotel, não existe passado nem futuro, apenas o prazer absoluto do momento.
E a questão da saúde e segurança? Inegociável. Sou pai, empresário e planejo meu futuro, então não brinco com a sorte. Faço check-ups rigorosos a cada 6 meses e sou vasectomizado (o que elimina o risco de gravidez indesejada, uma preocupação gigante para quem é casada). Ofereço e exijo segurança total. O prazer só é pleno quando a cabeça está tranquila.
E se eu me apegar? Você vai embora depois...? Esse é o charme. Eu não sou o vizinho que vai ficar te vigiando. Eu sou a lufada de ar fresco. O fato de eu ir embora garante que nossa relação nunca caia na rotina chata. A saudade é o melhor afrodisíaco. Quando eu voltar para sua cidade na próxima viagem, a vontade estará acumulada. É intenso justamente porque é breve.
É perigoso ir encontrar você?
Pelo contrário, é muito mais seguro do que qualquer motel ou hotel da região.
Em cidade pequena, hotel tem recepção vigiada e motel tem funcionário que pode conhecer seu marido. Eu fujo disso.
Eu alugo Airbnbs e Flats discretos em prédios residenciais comuns. A grande vantagem é o mimetismo: você não está entrando num lugar "suspeito", está apenas entrando num prédio como qualquer outra pessoa. Sem check-in na recepção com gente olhando, sem placa de motel na porta. É um ambiente doméstico, acolhedor e anônimo. Para quem olha de fora, você é apenas uma visita normal ou uma moradora. A discrição é absoluta.
Como combinamos? Você avisa quando está chegando? Sim. Posto no status como se fosse uma clínica. Eu aviso minha agenda: "Estarei em JF de terça a quinta". Se você estiver disponível, o quarto já estará reservado. Sem pressão, sem cobrança de "bom dia" todo dia. Apenas a logística do prazer.
Por que sinto vontade de trair mesmo amando meu marido? Porque você não quer trocar de marido, você quer trocar de papel. Em casa, você é a esposa, a mãe, a gestora do lar, a mulher respeitável. E isso é ótimo, mas cansa. Comigo, você não precisa ser nada disso. Você ganha o direito de ser egoísta, de ser apenas corpo e desejo. A traição, muitas vezes, não é sobre buscar outro homem, é sobre buscar outra versão de si mesma que ficou adormecida na rotina.
Parece que sou a única "errada" entre minhas amigas...
Isso é a maior ilusão que a nossa sociedade tradicional mineira criou.
Aqui no interior, onde "as paredes têm ouvidos" e a moralidade é vigiada de perto, o código de silêncio é implacável. A regra é clara: quanto mais conservadora a fachada, mais bem guardado é o segredo.
A mulher mineira, muitas vezes, trai por necessidade emocional, mas esconde por pura sobrevivência social.
Observe aquelas amigas que mais criticam "as outras" nos jantares de família, na saída da igreja ou nas mesas do clube. Elas vestem a máscara da perfeição para se protegerem, mas muitas delas vivem vidas duplas para não sufocar. Eu sei disso porque, muitas vezes, eu sou o segredo dessas mulheres que, publicamente, são as defensoras da moral e dos bons costumes.
O conservadorismo não mata o desejo, ele apenas o obriga a ser mais discreto, e muito mais intenso. Você não é a "ovelha negra" do seu grupo; você é apenas a única que teve a coragem de ser honesta com a própria fome de viver.