Encontros Discretos em Ouro Preto e Mariana: O Segredo nas Ladeiras
Você mora em Ouro Preto (Bauxita, Pilar) ou Mariana e sente que as paredes do século XVIII têm ouvidos?
Viver na Região dos Inconfidentes é viver num cenário de novela, mas com uma plateia real e vigilante. Seja nos jantares da alta sociedade, nos eventos da UFOP ou nas missas de domingo, você tem uma reputação a zelar.
Você sabe que seu carro não pode ser visto parado em lugares suspeitos. O risco de um aluno, um vizinho ou um colega de trabalho do seu marido te ver é de 100%.
Eu ofereço a discrição de quem vem de fora. Sou um empresário de Belo Horizonte. Minha presença na região é justificada pelo turismo ou por negócios com a mineração. Para a cidade, sou paisagem. Para você, sou o refúgio.
Por que o "Turista de Negócios" é sua segurança?
A Camuflagem Perfeita: Em cidades turísticas, ninguém desconfia de um desconhecido bem vestido num hotel ou pousada de charme. Eu me misturo à multidão, e você se protege na minha sombra.
Logística BH: Estou perto o suficiente para ir e vir.
Locais de Charme: Nossos encontros não são em motéis óbvios. São em pousadas boutique discretas, onde a privacidade é lei e o luxo é garantido.
Relato Real: O Pecado Barroco (Entre o Santo e o Profano)
(Leia como o sigilo permitiu a ousadia máxima nas ladeiras)
Ouro Preto estava coberta por aquela neblina densa que esconde as torres das igrejas. Ela é esposa de um professor universitário renomado, mora no bairro Bauxita. A vida dela é intelectual, culta e... fria. O marido prefere os livros ao corpo dela.
A oportunidade perfeita surgiu numa quinta-feira: o marido viajou para um congresso em São Paulo. A casa estava vazia, mas a cama dela continuava fria. Ela me mandou mensagem: "Estou cansada de ser a esposa culta. Quero ser a mulher profana. Mas aqui todo mundo me conhece."
Eu havia reservado uma suíte numa pousada de charme, no ponto mais alto da cidade, afastada do burburinho da Praça Tiradentes, com entrada privativa.
Quando ela entrou no quarto, com as bochechas coradas pelo vento frio das ladeiras, ela trancou a porta como se trancasse o mundo lá fora. O quarto tinha aquele clima colonial, madeira escura e lençóis brancos. — "Ninguém sabe que eu estou aqui..." — ela sussurrou, com um misto de medo e excitação.
Eu a puxei para perto. O contraste era excitante: lá fora, as procissões e a tradição. Aqui dentro, o desejo nu e cru. Eu a despi devagar, peça por peça, admirando o corpo que ficava escondido sob casacos pesados. — "Hoje você não é a esposa do professor. Hoje você é minha."
Nós transamos primeiro na cama, com a urgência de quem sabe que o tempo é curto. O sexo foi silencioso, mas intenso. O rangido da cama antiga de madeira maciça era a única música. Eu a dominei com a força que ela não encontrava em casa.
Mas o auge da noite veio de madrugada. A neblina tinha baixado um pouco, revelando as luzes amareladas da cidade lá embaixo. A vista da varanda era espetacular, mas perigosa. Qualquer vizinho poderia olhar para cima.
— "Vem." — eu ordenei, abrindo a porta da sacada. Ela recuou. — "Você está louco? Alguém pode me ver."
Eu sorri e tirei da minha mala dois objetos: um par de algemas de metal e uma máscara veneziana preta, que cobria todo o rosto dela. — "Com isso, você não tem nome, não tem sobrenome e não tem marido. Você é só um corpo."
Ela aceitou a proposta trêmula. Coloquei a máscara nela e prendi seus pulsos no gradil de ferro forjado da varanda. A cena era uma pintura erótica: ela nua, mascarada e presa, exposta ao ar gelado da serra, de costas para mim e de frente para as igrejas de Ouro Preto.
Eu a tomei ali mesmo, por trás, com força e profundidade. Ela gemia abafado, vendo a cidade histórica aos seus pés enquanto era possuída por um forasteiro. O risco de ser vista (mas não reconhecida) fez a adrenalina dela explodir. Ela contraía, implorava, vivendo o contraste absoluto entre a santidade da cidade lá fora e a "devassidão" deliciosa que estávamos cometendo na varanda.
Quando a liberei, pouco antes do sol nascer, ela caiu nos meus braços, exausta e trêmula. Ela saiu da pousada protegida pela neblina da manhã, caminhando pelas pedras de pé de moleque. Voltou para casa, para os livros e para a ausência do marido, mas com o corpo aquecido, marcado e com a alma lavada.
O frio das ladeiras pede um segredo quente. Garanta seu horário na minha próxima visita à região. Me chame no Telegram: @armandbhz