Encontros Discretos no Sul de Minas: Pouso Alegre, Alfenas e Varginha

Você é uma mulher casada no Sul de Minas e sente que a tradição das grandes famílias sufoca seus desejos?

A região de Pouso Alegre, Alfenas e Varginha respira agronegócio e tradição. Nas rodas sociais, o sobrenome vale mais que o dinheiro. Se você busca um amante discreto, sabe que se envolver com alguém local é um suicídio social.

Eu ofereço a discrição do "estrangeiro". Sou um empresário de Belo Horizonte com rota frequente no Sul de Minas. Utilizo a logística da Fernão Dias e das rodovias do café para chegar até você sem levantar suspeitas.

Por que sou a melhor opção para a "Matriarca" Mineira?

Relato Real: O Segredo Proibido na Fazenda de Café

(Leia como o risco calculado transformou a rotina de uma herdeira do café)

O Sul de Minas tem um cheiro específico: cheiro de terra rica, café e tradição. Mas, nas madrugadas silenciosas, ele também tem cheiro de segredo.

Minha base de negócios na região geralmente é Pouso Alegre. Foi lá, num hotel no centro, que recebi a mensagem dela. Ela mora perto de Alfenas. É a típica "matriarca" moderna: administra a casa impecável e a vida social, enquanto o marido viaja para fechar a safra ou comprar gado.

A mensagem era curta e urgente: "Ele viajou para uma feira agropecuária. Os caseiros dormem longe da casa sede. O portão está aberto. Vem."

A Estrada para o Perigo Dirigir de Pouso Alegre em direção às terras dela foi uma preliminar por si só. A estrada escura, a neblina baixa da serra da Mantiqueira e a sensação de estar invadindo um território proibido. Quando entrei na propriedade, o silêncio era absoluto. A fazenda imponente, símbolo do "sobrenome" que ela carrega, parecia dormir. Estacionei meu carro atrás dos eucaliptos, longe da vista de qualquer funcionário.

Dentro da Cova do Leão Ela me esperava na varanda, enrolada apenas num robe de seda, fumando um cigarro fino – um vício que o marido abomina e que ela esconde dele. — "Você é louca..." — eu sussurrei. — "Se o caseiro vir meu carro...""O perigo é o que me faz sentir viva. Entra." — ela respondeu, me puxando pela mão.

Nós não fomos para o quarto de hóspedes. Essa foi a parte mais excitante. Ela me levou direto para a suíte principal. O quarto gigantesco, com a cama king size onde ela dorme todas as noites com o marido. Havia fotos do casamento na parede e retratos da família perfeita sobre a cômoda. Estar ali, naquele santuário sagrado da família mineira, era uma profanação deliciosa.

O Prazer na Cama Deles Não houve romantismo lento. Havia a urgência do risco. Eu a tomei naquela cama com uma posse que o marido dela, acomodado pela rotina de anos, já não tem. O contraste era ensurdecedor: o silêncio mortal da fazenda lá fora e o som da nossa respiração ofegante ali dentro.

Ela gemia com o rosto enterrado no travesseiro de linho, vingando-se de todas as noites em que dormiu ali sentindo-se sozinha. A cada barulho de vento na janela ou estalo na madeira da casa antiga, o corpo dela contraía de medo e tesão. A adrenalina de saber que estávamos cometendo o "crime" perfeito dentro da própria casa dela foi o maior afrodisíaco que já experimentei.

Saí de lá antes do amanhecer, com a neblina ainda cobrindo a estrada de volta para Pouso Alegre. Quando o marido voltar de viagem e deitar naquela cama, ele não fará ideia de que, nos lençóis onde ele dorme, a esposa dele redescobriu o prazer de ser mulher nos braços do executivo de BH.

Você vive numa gaiola de ouro no Sul de Minas? Minha rota cobre Pouso Alegre, Varginha, Alfenas e Itajubá. Eu trago a vida de volta. O próximo passo é seu. Me procure no Telegram: @armandbhz