Encontros Discretos em Conselheiro Lafaiete: O Prazer Escondido na Rota do Minério
Você é uma mulher casada em Conselheiro Lafaiete e sente que a vigilância da sociedade sufoca sua libido?
Lafaiete é uma cidade de trânsito intenso e línguas afiadas. Se você mora no Centro, no Santa Matilde ou nos bairros residenciais mais altos, sabe que um carro estranho na porta de casa gera comentários. Buscar um amante discreto na cidade é arriscado demais.
Eu ofereço a solução perfeita: o anonimato da BR-040. Sou um empresário de Belo Horizonte que usa Lafaiete como ponto de apoio. Para o recepcionista do hotel, sou apenas mais um executivo em trânsito entre BH e o Rio. Para você, sou o homem que vai te fazer esquecer o peso da aliança por algumas horas.
Por que a "Parada Estratégica" é sua segurança?
Fora do Radar: Não frequento as festas da cidade, não conheço seus parentes e não vou cruzar com você no supermercado amanhã.
Logística de Hotel: Nossos encontros acontecem em hotéis na margem da rodovia ou na entrada da cidade. Você entra, sacia seu desejo e sai sem ter que atravessar o centro.
O "Homem de Fora": Trago a experiência e a pegada de quem vive na capital, sem os vícios e fofocas dos homens locais.
Relato Real: O Interlúdio na Tarde de Quarta-feira
(Detalhes reais de um encontro onde a entrega foi absoluta)
Era uma tarde quente e seca em Lafaiete. O barulho dos caminhões de minério na BR-040 era constante, mas dentro do quarto do hotel, com as janelas antirruído e o ar condicionado no 18ºC, o silêncio era um convite.
Ela chegou nervosa. O álibi? "Vou resolver uma documentação no cartório e já volto". Ela vestia um vestido social discreto, bege, típico de uma esposa respeitável da cidade. Mas quando tranquei a porta, descobri que a "respeitabilidade" ficava do lado de fora.
Eu não esperei. A encostei na porta fria do banheiro assim que ela entrou. — "Tira." — eu ordenei, sentando na poltrona do quarto.
Ela obedeceu com mãos trêmulas. O vestido caiu no chão, revelando um conjunto de lingerie de renda preta que destoava completamente da roupa séria que ela usava por cima. O corpo dela era lindo, maduro, com curvas que o marido dela já não explorava com as mãos, apenas com os olhos cansados.
Eu a chamei com um dedo. Ela veio até mim, ajoelhando-se entre as minhas pernas sem que eu precisasse pedir. O contato visual foi intenso enquanto ela abria o meu cinto. Ela queria servir. Ela precisava daquilo. A boca dela foi quente, úmida e ansiosa. Ela gemia baixo, com a garganta, enquanto eu acariciava o cabelo dela, segurando com firmeza, lembrando a ela quem estava no comando.
Depois, eu a levei para a cama. Mas não para fazer amor. Eu a coloquei de bruços, com o rosto afundado nos travesseiros brancos do hotel. Levantei o quadril dela e entrei com força, sem preliminares longas, porque a urgência dela pedia impacto. O som da pele batendo contra a pele ecoava no quarto. — "Isso... me usa, tira tudo de mim..." — ela implorava, as unhas cravadas no lençol, o suor começando a brilhar nas costas dela.
Mudei a posição. Levei-a para a frente do espelho grande do armário. Segurei-a por trás, obrigando-a a assistir à cena: um homem grande, forte, possuindo a "dama da sociedade" de Lafaiete. — "Olha para você. Olha como você gosta disso." — eu sussurrei no ouvido dela, mordendo o pescoço.
Ver o próprio reflexo, desgrenhada, entregue e sendo possuída, foi o estopim. Ela gozou com uma força que fez as pernas dela falharem. Eu a segurei firme pela cintura, mantendo o ritmo até o meu próprio limite, preenchendo-a completamente.
Caímos na cama exaustos. O cheiro de sexo e perfume caro impregnava o quarto. Meia hora depois, ela estava no banheiro, retocando a maquiagem e prendendo o cabelo. Colocou o vestido bege, a máscara social. Saiu do hotel impecável, pronta para buscar os filhos ou encontrar o marido, carregando dentro de si a memória física dos meus dedos e do meu corpo.
Quer viver essa cena? Eu estou na rota. Me chame no Telegram: @armandbhz