Encontros Discretos em Divinópolis: O Amante de BH (Longe da Rua Pitangui)
Você é uma mulher casada em Divinópolis, vive no Sidil ou nos condomínios de luxo, e sente que sua vida virou uma vitrine?
Divinópolis é a capital da moda e da aparência. Você sabe que a sociedade local julga tudo: a roupa que você veste, o carro que você dirige e com quem você conversa. Buscar um amante discreto na cidade é impossível quando todos frequentam os mesmos lugares na Rua Pitangui ou no Shopping Pátio.
Eu ofereço a segurança de quem vem de fora. Sou um empresário de Belo Horizonte que utiliza a MG-050 para encontros pontuais e sigilosos. Atendo mulheres exigentes que querem viver o proibido sem colocar a reputação em risco.
Por que um homem da Capital é sua única opção segura?
Em Divinópolis, a fofoca corre mais rápido que o trânsito da Avenida Primeiro de Junho. Comigo, você tem:
O Forasteiro Invisível: Eu não conheço as famílias tradicionais da cidade, não sei quem são os lojistas ou médicos amigos do seu marido.
Logística MG-050: A estrada duplicada me coloca na sua porta rapidamente. Nossos encontros acontecem em hotéis executivos discretos, longe do agito social.
Sigilo Mútuo: Sou casado e empresário. Tenho tanto a perder quanto você. O silêncio é nossa moeda de troca.
Relato Real: O Pecado Longe da Passarela
(Leia como a "Dama da Sociedade" despiu a fantasia de perfeição)
Ela é uma mulher deslumbrante, figura carimbada nos eventos do Sidil e dona de um negócio ligado à moda. A imagem dela é seu maior patrimônio. O marido? Um empresário conhecido, mas que a trata mais como um troféu para exibir nas festas do que como uma mulher para satisfazer na cama.
A mensagem dela foi direta: "Estou cansada de ser perfeita. Quero ser suja, mas ninguém nesta cidade pode saber."
Marquei com ela num hotel na entrada da cidade, um local de trânsito de representantes comerciais, onde a elite de Divinópolis jamais pisaria para lazer. O álibi dela foi visitar um fornecedor.
Quando ela entrou no quarto, estava impecável: salto alto, vestido de corte fino, maquiagem perfeita. Eu tranquei a porta e disse: — "Aqui dentro não tem plateia. Você não precisa posar."
Foi como se eu tivesse apertado um botão. A postura rígida dela desmoronou. Eu a puxei pela cintura — meus 99kg contra o corpo delicado dela — e a beijei com uma fome que bagunçou o batom perfeito em segundos.
— "Estraga tudo..." — ela pediu, enquanto eu rasgava a meia-calça dela sem cerimônia. — "Eu odeio ter que estar arrumada o tempo todo."
Ali, naquele quarto anônimo, a mulher mais elegante de Divinópolis se transformou. Transamos com uma intensidade animal. Ela queria ser dominada, queria perder o controle, queria que alguém tirasse dela a responsabilidade de ser a "mulher de respeito". Eu a fiz gozar gritando, abafando o som no travesseiro, libertando a frustração de anos vivendo de aparência.
Quando terminamos, ela se refez. Retocou a maquiagem, ajeitou o vestido e, em minutos, estava pronta para voltar para o Sidil como se nada tivesse acontecido. Mas o brilho no olhar era outro. Ela saiu do hotel sabendo que, pelo menos por uma hora, ela não foi uma vitrine. Ela foi mulher.
Cansada de viver de aparência? Eu posso ser o seu segredo vindo pela MG-050. Me chame no Telegram: @armandbhz