Encontros Discretos em Juiz de Fora: O Amante de Fora (Sigilo na Zona da Mata)

Você é uma mulher casada em Juiz de Fora, moradora do Bom Pastor ou Granbery, e sente que a sociedade tradicional te vigia?

Juiz de Fora tem a alma de uma capital, mas a "rádio corredor" de uma cidade do interior. Nos círculos da alta sociedade — seja nos jantares do Clube Bom Pastor ou nos restaurantes do Alto dos Passos — manter a aparência de "família perfeita" é a regra número um.

Se você busca um amante discreto, sabe que é impossível se envolver com alguém local sem ser descoberta. Eu ofereço a blindagem perfeita: sou um empresário de Belo Horizonte que usa Juiz de Fora como parada estratégica na rota para o Rio de Janeiro.

Por que a "Rota da 040" é a sua segurança?

Eu sou o "estrangeiro" que entra e sai da cidade sem deixar rastros:


Relato Real: A Fuga do Alto dos Passos

(Leia como o frio da Manchester Mineira virou calor absoluto)

Ela é casada com um nome forte da medicina local. Mora num apartamento clássico no bairro Bom Pastor. A vida dela é administrar a agenda social do casal e sorrir em eventos beneficentes. JF é uma cidade úmida e fria na maior parte do tempo, e o casamento dela estava igual: cinzento.

Ela me confessou: "No Alto dos Passos, eu não posso nem beber uma taça de vinho a mais que viram a cara. Eu quero um lugar onde eu possa perder o controle."

Eu estava hospedado num hotel moderno perto do Independência Shopping, mas com acesso discreto pela garagem. O álibi dela? "Compras e cinema sozinha", um luxo que ela raramente se dava.

Quando ela entrou no quarto, a tensão era visível. Ela olhou pela janela, vendo a neblina cobrir a cidade, e fechou as cortinas black-out. — "Agora ninguém existe. Nem meu marido, nem Juiz de Fora." — eu garanti.

Aquela frase foi a chave. A "esposa do doutor" se transformou. Ela tirou a roupa com uma pressa que denotava fome. Anos de repressão social explodiram ali, naquele quarto de hotel. Nós transamos com a violência permitida entre dois adultos que sabem que o tempo é curto. Eu a prensei contra a porta do banheiro, e ela arranhava meus ombros, gemendo baixo para não "incomodar", mas com uma intensidade que faria os vizinhos do Bom Pastor corarem.

"Me faz esquecer essa cidade..." — ela sussurrou no meu ouvido.

Eu a fiz esquecer o CEP, o sobrenome e o status. Por duas horas, ela foi apenas pele, suor e desejo. A chuva caía lá fora, típica da Zona da Mata, mas dentro do quarto o clima era sufocante de tão quente.

Ela saiu do hotel refeita. Passou no shopping para justificar o álibi e voltou para casa. No jantar daquela noite, o marido elogiou como ela estava "bonita e corada". Ela sorriu, serviu o vinho dele e guardou para si o segredo de que aquele brilho não vinha do frio de Juiz de Fora, mas do calor que eu deixei nela.

Quer fugir da rotina sem sair da cidade? Eu sou a sua parada obrigatória na BR-040. Me chame no Telegram: @armandbhz