Encontros Discretos em Lagoa Santa: O Amante de BH (Perto do Aeroporto, Longe da Fofoca)

Você mora em Lagoa Santa, seja nos condomínios de luxo ou vivendo a rotina da aviação, e sente a solidão de uma casa vazia?

Lagoa Santa é o refúgio da elite e a base da aviação, mas também pode ser uma gaiola dourada. Se você é casada, talvez com um marido que vive viajando ou trabalha em São Paulo, e busca um amante discreto para preencher suas noites, eu sou a solução.

Sou de Belo Horizonte e utilizo a rapidez da Linha Verde para estar com você em minutos. Atendo mulheres exigentes que precisam de sigilo absoluto perto de Confins e da Orla da Lagoa.

Por que um homem de BH é sua melhor "escala"?

Se envolver com vizinhos de condomínio ou colegas de tripulação é perigoso. Eu ofereço a segurança de quem vem de fora:

Relato Real: O Pouso Solitário (Marido em SP, Amante na Cama)

(Leia como a distância do marido se tornou o convite para o prazer)

Ela é comissária de bordo de voos internacionais, baseada em Confins. Mora num apartamento impecável em Lagoa Santa, daqueles com vista para a lagoa. O marido? Um executivo ocupado na Faria Lima, em São Paulo. O casamento deles é "moderno": mensagens de bom dia no WhatsApp e encontros apressados nos fins de semana. Um casamento perfeito no papel, mas frio na pele.

Numa noite de terça-feira chuvosa, ela pousou vindo de Miami. Chegou no apartamento vazio, ligou para o marido, e ele atendeu apressado: "Amor, estou num jantar de negócios em SP, depois te ligo."

Aquilo foi o gatilho. Ela não queria esperar o "depois". Ela queria ser prioridade agora. Ela me mandou a localização: "O porteiro já te conhece. Sobe. O vinho já está aberto e eu não quero dormir sozinha hoje."

Eu estava em BH, mas a Linha Verde livre me colocou na porta dela em 30 minutos. Quando entrei, ela ainda estava com parte do uniforme, mas descalça, segurando uma taça de vinho com a mão trêmula. O olhar dela era uma mistura de carência e desejo acumulado.

"Ele paga as contas, me dá segurança, mas ele nunca está aqui quando eu preciso de um abraço que tire o ar..." — ela confessou.

Naquela noite, eu fui tudo o que o marido paulista não conseguia ser. Fui presente. Fui intenso. Eu a tomei ali mesmo no sofá da sala, sem medo. Ela gemia alto, liberando a tensão de horas de voo e dias de solidão. A certeza de que o marido estava a 600km de distância nos dava uma liberdade profana.

Fizemos amor com a urgência de quem tem pouco tempo de solo. Ela arranhava minhas costas, descontando a frustração de todas as noites mal dormidas em hotéis pelo mundo. Não havia culpa, apenas necessidade fisiológica e emocional.

Quando saí, de madrugada, ela dormia pesado, finalmente relaxada e satisfeita. No dia seguinte, ela voaria para Lisboa e o marido viria no sábado. A vida seguiria "normal". Mas aquele intervalo, aquela noite em Lagoa Santa, foi o segredo que devolveu o brilho aos olhos dela.

Sua casa está vazia hoje? Eu posso preencher esse espaço com sigilo absoluto. Me chame no Telegram: @armandbhz