Encontros Discretos em Itabira: O Prazer Escondido na Cidade do Ferro
Você é uma mulher casada em Itabira, moradora do Campestre ou Esplanada, e sente que sua vida ficou cinza (ou vermelha) de tanta rotina?
Itabira tem dinheiro, tem tradição, mas falta oxigênio. Você sabe que, se for vista com alguém diferente num restaurante ou no Paredão, a notícia corre a cidade antes de você chegar em casa. A sociedade itabirana é vigilante e implacável.
Se você busca um amante discreto, a solução não está na cidade. Eu sou a sua vantagem vinda de Belo Horizonte. Sou empresário e visito a região frequentemente a negócios. Trago o sigilo de quem não tem laços com a sociedade local e a pegada de quem sabe o que faz.
Por que o "Consultor de BH" é sua segurança?
Para Itabira, sou apenas mais um terno e gravata visitando a área da mineradora ou fechando contratos.
Invisibilidade Social: Não frequento o Ativa, não conheço os engenheiros amigos do seu marido e não sei quem são seus vizinhos.
Logística de Negócios: Me hospedo nos hotéis executivos voltados para o turismo de negócios. São ambientes sóbrios, seguros, onde ninguém está lá para vigiar a vida alheia.
O Contraste: Eu ofereço a leveza e a falta de julgamento que você não encontra nos homens tradicionais da cidade.
Relato Real: O Oásis no Meio do Minério
(Detalhes de um encontro onde a frieza do ferro deu lugar ao calor da pele)
O pó de minério de Itabira parece cobrir tudo, inclusive os sentimentos. Ela é esposa de um alto funcionário da mineração. Mora numa casa linda no Bairro Campestre, tem carro do ano e filhos em escola particular. Mas o casamento? Virou uma empresa. O marido chega cansado, sujo de poeira e estresse, e mal a nota.
Ela me mandou mensagem numa tarde abafada: "Quero me sentir limpa. Quero me sentir mulher, não mãe ou esposa."
Eu estava no hotel, com as cortinas fechadas para bloquear o sol forte e a vista das minas. O quarto era um mundo à parte: cheiroso, fresco, silencioso. O álibi dela foi ir à dermatologista.
Quando ela entrou, parecia carregar o peso da cidade nos ombros. Eu não disse nada. Apenas servi um vinho branco gelado e a levei para o banheiro. Abri o chuveiro e deixei o vapor tomar conta. — "Deixa a cidade lá fora." — eu disse, tirando a roupa dela devagar.
Nós transamos ali mesmo, debaixo da água quente, lavando qualquer vestígio de culpa. O meu corpo grande (1,86m e 86kg) contra o dela criava a proteção que ela buscava. Eu a prensei contra os azulejos molhados, e ela se agarrou a mim como se eu fosse a única coisa sólida no mundo dela.
Depois, na cama, a entrega foi total. Ela, que vivia preocupada com a imagem de "dama da sociedade", se permitiu ser suja da maneira certa. Ela montou em mim, controlando o ritmo, gemendo o nome de um estranho, longe dos ouvidos curiosos dos vizinhos. Eu explorei cada curva dela, fazendo-a tremer, fazendo-a esquecer as obrigações sociais, os jantares chatos e a rotina pesada.
— "Você me desmontou..." — ela disse, exausta, deitada no meu peito.
Ela saiu do hotel refeita. A pele brilhava, não de suor e poeira, mas de satisfação. Voltou para o Campestre, para o marido e para a rotina, mas agora ela tinha um segredo. O ferro de Itabira podia ser duro, mas o nosso momento foi macio.
Quer escapar da rotina pesada? Minha agenda em Itabira é restrita e discreta. Me chame no Telegram: @armandbhz