Encontros Discretos em Contagem: O Amante de BH e o Muro Invisível
Você é uma mulher casada moradora de Contagem (bairros Cabral, Riacho ou condomínios) e teme a famosa "Rádio Peão"?
Se você busca um amante discreto, de alto nível e total sigilo, você sabe que sair com alguém da cidade é impossível. Em Contagem, a fofoca corre rápido. Eu ofereço a solução perfeita: sou um empresário da Zona Sul de Belo Horizonte.
Atendo mulheres exigentes na região de Contagem e Cidade Industrial, garantindo que nossos mundos nunca se cruzem. Eu sou o "fantasma" que realiza seus desejos e desaparece sem deixar rastros na sua reputação.
O Abismo Social: Por que eu sou sua única opção segura?
Existe uma barreira invisível entre a elite de BH e a de Contagem. Use isso a seu favor:
Círculos Distantes: Meus amigos frequentam o Lourdes e o Belvedere. Eles não sabem onde fica o seu bairro, não conhecem seu marido e jamais frequentariam os mesmos lugares que seus vizinhos do Eldorado.
O "Forasteiro": Posso te buscar na porta do seu trabalho no CINCO ou te encontrar num hotel na Fernão Dias. Para qualquer pessoa que olhar, serei apenas um rosto anônimo da capital.
Risco Zero: O risco de "mundo pequeno" simplesmente não existe entre nós.
Relato Real: A Liberdade no Viaduto da Divisa
(Leia como o fato de eu ser de fora salvou a sanidade dela)
Contagem é a cidade que nunca dorme, o motor industrial de Minas. Mas para você, moradora do Cabral ou de um condomínio de luxo perto da Várzea das Flores, a cidade parece uma vila vigiada. Se você é vista almoçando com um estranho no Big Shopping ou na João César, antes de chegar em casa, a notícia já chegou no grupo da família.
Ela mora num condomínio fechado e é casada com um comerciante forte da região do Eldorado. O sobrenome dele é conhecido. Ela se sentia vigiada 24 horas por dia. — "Não posso nem tomar um açaí sem alguém perguntar pelo meu marido" — ela me desabafou.
Ela precisava de um amante, mas tinha pânico de se envolver com alguém da cidade. Marcamos num hotel discreto, voltado para executivos que visitam a Cidade Industrial. Quando ela chegou, estava tensa, olhando para os lados, com medo de cruzar com algum fornecedor do marido.
Eu segurei a mão dela, olhei nos olhos e disse a verdade libertadora: — "Relaxa. Ninguém que conhece seu marido pisa neste hotel. E ninguém que me conhece pisa em Contagem."
Aquela frase foi como tirar uma tonelada das costas dela. O fato de eu ser de BH, de ser um "estranho total" ao ecossistema dela, foi o maior afrodisíaco possível.
Ali, no quarto, com o barulho distante da rodovia, ela se transformou. A esposa recatada do comerciante deu lugar a uma mulher faminta. — "É tão bom gemer sem medo de ser reconhecida pela voz..." — ela disse, já sem roupa, montada em cima de mim com uma urgência assustadora.
Fizemos o que ela jamais faria com o marido conservador. Eu a dominei com a segurança de quem não tem nada a perder, e ela se entregou com a alegria de quem finalmente encontrou um esconderijo.
Eu a deixei de volta perto do Shopping Contagem, impecável. Ela voltou para a sua rotina no Cabral, protegida pelo silêncio. E eu voltei para BH, cruzando a divisa, levando comigo o segredo que ficou do lado de lá do muro invisível.
Vamos conversar onde ninguém vê? Para sua total discrição, me chame no Telegram: @armandbhz